Preta Gil elogia amigos como pilares fundamentais durante sua batalha contra o câncer

12 mar 2024 - Variedades

Preta Gil, conhecida cantora e filha de Gilberto Gil, abriu seu coração em uma recente entrevista à Quem, destacando a importância inestimável de suas amizades durante sua luta contra o câncer de intestino. A artista enfatizou que, apesar de muitas vezes colocarmos grande expectativa no amor romântico, são os amigos verdadeiros que constituem os maiores amores de nossas vidas.

Durante o período desafiador de sua doença, Preta Gil reconheceu o papel vital desempenhado por seus amigos, fãs, familiares e entes queridos, descrevendo-os como os responsáveis por sua salvação. Ela ressaltou a importância de contar com uma rede de apoio robusta e expressou sua gratidão por tê-los ao seu lado.

Além disso, a cantora compartilhou seus planos para o futuro, revelando que está se concentrando em sua recuperação e reabilitação. Preta Gil explicou que ainda enfrenta algumas sequelas do tratamento, necessitando de fisioterapia pélvica e motora. No entanto, ela está determinada a fortalecer-se progressivamente e gradativamente retomar seus compromissos profissionais.

Com uma mensagem de esperança e determinação, Preta Gil anunciou que recebeu alta médica para “voltar à vida”.

Preta Gil diz que o câncer mudou sua percepção sobre a morte

Preta Gil foi a convidada do Roda Viva, na última segunda-feira (04/03), e falou sobre como sua percepção sobre a morte mudou após o tratamento contra o câncer de intestino.

“[O câncer] mudou, sim, minha percepção da morte. Não tira mais meu sono. Eu me cuido para que tenha uma vida longeva, até quando Deus quiser”, afirma a filha de Gilberto Gil.

A cantora ainda lembrou a experiência de quase-morte que passou durante seu processo de quimioterapia.

“Quando tive a sepcemia (sepse), fazendo a quimio, foi divisor de águas, porque tive uma experiência de quase-morte, fui ressuscitada pelos médicos e voltei”.

Apesar da gratidão pela vida, Preta afirma que deixou de sentir medo: “A energia da morte é de vida, se a gente morre, é porque a gente viveu… O baque foi muito grande, então eu comecei a lidar com isso e hoje eu tenho menos medo da morte.”